Contato
Agronegócio · 2025—2026

Forte Fertilizantes

A Forte ampliou seu posicionamento e sua comunicação. A produção própria ganhou protagonismo.

Marcas, portfólio e presença digital

Marca e posicionamentoComunicação e experiências
Imagem principal do caseForte Fertilizantes · espaço reservado
01
Inserir imagem do case
02
Inserir imagem do case
03
Inserir imagem do case

Arquitetura de marcas e valorização do portfólio próprio

A LBM reorganizou a arquitetura de marcas do grupo, definiu o papel de cada operação e reestruturou a apresentação do portfólio para aumentar clareza comercial e valor percebido.

A Valoriza reunia atividades, marcas e linhas de produtos com diferentes papéis no negócio. A presença pública não deixava evidente o que era distribuição, produção própria, viveiro, fertilizantes ou solução técnica.

A complexidade interna era real, mas o mercado recebia sinais fragmentados. Isso limitava a percepção da capacidade industrial e técnica do grupo.

O desafio era criar uma hierarquia clara entre marcas e segmentos, dar maior autoridade ao portfólio de produção própria e ampliar o protagonismo da Forte por meio de posicionamento e comunicação, preservando a Valoriza como marca corporativa e referência no segmento de distribuição de insumos.

O problema não era apenas visual. A empresa precisava decidir qual marca sustentaria a reputação institucional, quais nomes deveriam representar as operações e como cada linha seria compreendida dentro do sistema.
A arquitetura passou a funcionar como uma ferramenta de gestão do portfólio e de valorização da produção própria.
  • Definir os papéis de Forte Fertilizantes, Forte Mudas e demais frentes do grupo.

  • Reorganizar linhas e produtos por lógica técnica e comercial.

  • Construir narrativas próprias para cada segmento sem perder unidade institucional.

  • Definir o papel institucional da Valoriza como marca corporativa e sua assinatura na distribuição de insumos.

  • Transformar conhecimento técnico em conteúdo, argumentação e experiência digital.

Arquitetura de marcas

Estrutura de portfólio

Narrativa institucional e comercial

Design system e diretrizes de uso

Site e painel editorial

Páginas de linhas e produtos

Padronização de canais digitais

Conteúdo técnico e comercial

Campanhas de transição de marca

A arquitetura passou a diferenciar o papel das marcas e operações do grupo.

O portfólio próprio ganhou maior clareza e protagonismo comercial.

Canais, produtos e materiais passaram a seguir uma lógica comum de apresentação e valor.